A Real Academia Galega (RAG) não é lugar para «estudiosos»

A reforma ortográfica ILG-RAG de 2003 rejeitou a forma comum lusófona «estudioso» e inventou a nova palavra *estudoso

Propostas para dignificar a RAG

Um recente artigo do blogue Lándoas sobre a RAG fez-me refletir sobre a necessidade de profundas reformas nesta instituição.

ESCÂNDALO! O académico Ferrín não usa a norma da RAG

Num recente artigo, Ferrín evidencia que ou bem não conhece a norma que aprovou a instituição da que ele formava parte já em 2003, ou bem que não tem interesse em usá-la.

A norma culta ILG-RAG: enxebrismo, espanholismo, antilusismo, pailanismo

Vou fazer um novo exercício de memória histórica filológica. Quais foram os verdadeiros critérios que motivaram a norma isolacionista do galego?

Vulgarismos do castelhano e do ‘português’, formas cultas ILG-RAG

A seguir colo uma PEQUENA lista de vulgarismos do castelhano e do ‘português’ que a norma ILG-RAG adopta como formas cultas com um critério mais do que duvidoso (isto é, diferenciar-se por sua vez das normas cultas castelhana e portuguesa).

Barreiro deve demitir-se… pola inoperância da RAG

Xosé Ramón Barreiro deveria demitir-se da RAG por a sua instituição ser uma autêntica inutilidade.

Fraga-ga

Dom Manuel não gosta dos nacionalistas… O que lhe pede o corpo seria «pendurá-los de algum sítio».

«Esixo» que no «prósimo» «testo» das normas da RAG sejam coerentes… Ou os entubem a todos com «osíxeno»

A RAG e o ILG fomentam desde há décadas o uso de palavras como ‘esixir’ ou ‘osíxeno’, nas quais o ‘x’ inicial foi convertido num ‘s’ sem vir a conto.

Porquê para o ILG e a RAG não vale a palavra «vale»?

Mais uma amostra da incoerência do ILG e da RAG é a ausência da palavra «vale» (aparece só ‘val’), apesar de se registar na toponímia.

Crónicas de Bragança e o Porto [II] – Um ‘gaguicídio’?

Cozinham um… «Gago no pote»!? Terá acontecido algo a Manuel Gago!!? 😛

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